Comovo-me em excesso, por natureza e por ofício. Acho medonho alguém viver sem paixões.

domingo, 12 de maio de 2013

Die young.

   Nunca fui boa em saber - ou descobrir - o que queria da minha vida, desde pequena foi assim. E mesmo depois de alguns anos, parece que não mudou muita coisa. Não me prendo ao passado e vivo o presente como uma dádiva, e o que sei sobre o futuro é que ele é incerto e vacilante demais para os meus sonhos - também incertos. 

   Não tenho senso moral apontado para o norte e  sim para onde desejo construir minha estrada, minha vida. Possuo um desejo de liberdade tão grande que chega a me dar calafrios. Parei de planejar meus dias a algum tempo, não sei à quanto, joguei todos os meus relógios fora. Quero perder noções e viver intensamente. Descobrir o êxtase de ficar sozinha e me divertir mesmo assim. 

   Apesar de tudo ser feliz sem limites, viver por mim e construir minha vida do meu jeito. Mesmo errado, mesmo estranho.