São aqueles abraços quentes, apertados e que me calam os pensamentos, me tirando deste mundo barulhento, tão irritante. Abraços que me protegem de perigos inexistentes, que me guardam como um tesouro raro, que me fazem dormir como um bebê tão puro desse mundo doente e que me faz esquecer de todas as minha obrigações, tranquilizando-me.
Saudade, saudade desses seus abraços, dos seus braços frios, dos seus olhos nos meus, dos seus sussurros no meu ouvido. Seu abraço possessivo, seu abraço ao acordar e ao ir embora. Saudade dos seus abraços, somente seus abraços.
Seus beijos molhados, longos e que tiravam as palavras da minha boca antes mesmo que eu pudesse pronuncia-las, me fazendo ofegar, e pensar que não possuía mais nada no mundo que pudesse me preocupar naquele instante.
Saudade, saudade dos seus beijos e abraços. Beijos e abraços... que nunca existiram de verdade.
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