Comovo-me em excesso, por natureza e por ofício. Acho medonho alguém viver sem paixões.

quarta-feira, 23 de setembro de 2015

Os mortos me inspiram
sussurram nos meus
ouvidos poesias mórbidas.
Gritam silêncios gelados,
cortantes.

Choram melodias escuras
como a meia noite.
Respiram o pesado
de uma cripta
que um dia ainda houve vida.

Batem as portas.
Fogem à relva.
Partem-se como folhas secas,
tão frágeis.


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