Os mortos me inspiram
sussurram nos meus
ouvidos poesias mórbidas.
Gritam silêncios gelados,
cortantes.
Choram melodias escuras
como a meia noite.
Respiram o pesado
de uma cripta
que um dia ainda houve vida.
Batem as portas.
Fogem à relva.
Partem-se como folhas secas,
tão frágeis.
sussurram nos meus
ouvidos poesias mórbidas.
Gritam silêncios gelados,
cortantes.
Choram melodias escuras
como a meia noite.
Respiram o pesado
de uma cripta
que um dia ainda houve vida.
Batem as portas.
Fogem à relva.
Partem-se como folhas secas,
tão frágeis.
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